Da Redação

Fechado por 5 meses, o Instituto Inhotim, Brumadinho (MG), está pronto para reabrir. Mesmo sem data definida, o Instituto se adiantou e já busca estratégias para atender às novas exigências de saúde e higiene. 

Fechado desde o dia 18 de março, a equipe de manutenção trabalha para deixar os espaços prontos para reabertura, o que inclui reparações e adaptações técnicas de todo o tipo. O setor administrativo segue de home nas atividades. 

Segundo o diretor-presidente do Inhotim, Antonio Grassi, a instituição tem a especificidade de reunir museu com Jardim Botânico, agregando à experiência uma extensa área verde, jardins e espaços ao ar livre. Por isso, o local é mais propenso à visitação num cenário pós-pandêmico do que os museus convencionais, que são espaços fechados.

“Entendendo a gravidade da situação, fomos uma das primeiras instituições a fechar suas portas e é com essa mesma responsabilidade que pensamos em ser uma das primeiras a reabrir”, afirma Grassi.

Quando retornar, o limite de público passará de 5K para 500 pessoas-dia e terão os ingressos retirados antecipadamente online. Não serão permitidas visitas em grupos (excursões) e as visitas educativas serão feitas com redução do número de participantes (de 20 para 5).

Veja algumas das medidas que estão sendo implantadas:

– Treinamento e proteção para funcionários;

– Medição da temperatura e acompanhamento médico se necessário;

– Álcool em gel 70% em pontos estratégicos;

– Controle rígido quanto à higienização do refeitório; dentre outras.

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