Da Redação

Estamos no fim de 2018 e como os cidadãos, as empresas devem se preparar para o próximo ano que se inicia em breve.

Podemos dizer que este ano foi o melhor para as startups no Brasil, muitas se mantiveram e outras surgiram e no meio de um turbilhão de novas empresas, a moObie continua crescendo no segmento de mobilidade urbana.

De olho em novos projetos que diversificam sua proposta, além do aprimoramento do serviço que já atinge mais de 150 mil cadastrados, a moObie investirá cerca de R$ 15 milhões para o desenvolvimento de sua plataforma até o fim de 2019.

O aporte será alocado em toda a estrutura da startup, como no aperfeiçoamento da tecnologia e dos sistemas de informação, na segurança, nos processos legais e de cadastro, em funcionalidades gerais e, inclusive, no aumento da oferta de carros na plataforma.

Tamy Lin: “O compartilhamento é uma tendência que deve se solidificar muito rápido. É uma saída prática e barata para muitos dos problemas que encontramos cotidianamente”

“O compartilhamento é uma tendência que deve se solidificar muito rápido. É uma saída prática e barata para muitos dos problemas que encontramos cotidianamente, e no caso da mobilidade urbana, se apresenta de maneira sustentável e benéfica ao trânsito”, afirma Tamy Lin, CEO e fundadora da moObie.

A plataforma promove a economia criativa ao impulsionar o conceito de compartilhamento, assunto em alta em todo o mundo. Para motoristas cujo carro fica parado em vários momentos, é possível disponibilizar o veículo para usuários que precisam de um automóvel e não querem se comprometer com um gasto elevado e de longo prazo.

Com preços abaixo do mercado e segurança garantida, o compartilhamento de carros através da moObie é usado tanto no dia a dia quanto para viagens ou compromissos corporativos. “A moObie é uma solução nesse nicho em diversos sentidos. Só pelo fato de ser inteiramente mobile, já pode ser vista como uma facilidade. Também possuímos um catálogo extenso, com diversos modelos, e simplificamos a comunicação entre parceiro e usuário”, avalia Tamy Lin.

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