Por Vinicius Martins

Com a tradicional abertura da drag queen Tchaka a 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo lotou a Avenida Paulista neste domingo, 3 de junho. Ao todo, 3 milhões de pessoas arrasaram na avenida.

No primeiro trio, militantes e políticos falaram sobre a importância do voto consciente nas eleições de 2018, onde votaremos para Presidente, Governador e Deputados Federais e Estaduais. Para reforçar essa ideia, o tema da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo teve como tema “Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”

Entre gritos de “Amar sem temer” e “Fora Temer” a anfitriã Tchaka afirmou que é preciso que a população LGBT tenha representatividade no Congresso Nacional e que precisamos de políticos que abordem e ajudem na conquista de direitos.

Gritos de “Amar sem Temer” ecoavam dos trios e da multidão que estava na Avenida Paulista (Foto: Andrei Teixeira)

Engrossando a voz contra a LGBTfotobia, Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco discursou. “A Parada é um ato político, é um ato de resistência. O Brasil é um dos países que mais mata sua população LGBT. E a gente não pode assumir isso, deixar que isso continue”.

Fernanda Lima, Leci Brandão e políticos também apoiaram a luta contra a discriminação sexual no Brasil.

`Cartazes eram vistos por diferentes alamedas e cruzamentos da Avenida Paulista (Foto: Andrei Teixeira)

Porém, a Parada LGBT de São Paulo não parou nos discursos. O domingo foi de festa para todos que passavam pelos 18 trios. A música contagiava a população que não deixou nada, nem as brigas e furtos que infelizmente aconteceram, atrapalhar a festa da diversidade brasileira.

Entre os carros estava o da Uber, que levou a drag Pabllo Vittar. Com ela e mais outras atrações, todos seguiram para a Praça Roosevelt e depois para o Vale do Anhangabaú.

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