Por Andrei Teixeira

Bom, vamos de cara aos destaques apresentados entre jan-mar desse ano:

*** LUCRO LÍQUIDO aumentou 81,8% e alcançou R$ 1,5 bilhão.
*** LUCRO “BRUTO” avançou 49,6% em 12 meses.
*** RECEITAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS aumentam 13,7% em 12 meses.
*** EFICIÊNCIA OPERACIONAL alcança 50,8% em índice que varia de 0-100, melhora de 0,7 p.p. em 12 meses.
*** ÍNDICE DE INADIMPLÊNCIA fechou o trimestre em 2,83%, queda de 0,7 p.p. em 12 meses (um número muito baixo numa das maiores preocupações de qualquer banco!)
*** OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS recuaram 1,8% em 12 meses.

Desempenho

A CAIXA registrou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2017, com crescimento de 81,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado “bruto”, ou então, recorrente, que desconsidera despesas extraordinários, totalizou um valor ainda maior: R$ 1,7 bilhão, 49,6% maior que o verificado no primeiro trimestre de 2016.

O aumento do lucro líquido foi gerado pelo crescimento das receitas com operações de crédito, diminuição nas despesas com captação de recursos, avanço nas receitas com prestação de serviços e controle das despesas com pessoal, administrativas e operacionais.

Isso significa aumento da eficiência do banco como um todo, pois agora existe mais dinheiro em circulação e com menos gente inadimplente, e todas essas operações estão acontecendo com menos pessoal.

E falando em público devedor, o índice de inadimplência encerrou o trimestre com redução de 0,7 p.p em 12 meses, alcançando 2,83%. Esse valor está muito abaixo da média de
mercado, que é de 3,84%, olhem só!!! Isso pode ser explicado pelo aumento da consciência do brasileiro após a crise, já que ele tem consumido menos e utilizado o dinheiro para cobrir dívidas e estar quitado de obrigações.

A posição da Caixa no Mercado

Ao final de março, a CAIXA possuía R$ 2,2 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios, que totalizaram R$ 1,3 trilhão, avanço de 3,2% em 12 meses.

A carteira imobiliária alcançou saldo de R$ 412,9 bilhões, aumento de 6,0% em 12 meses. Os créditos concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS representam R$ 211,3 bilhões. Com tudo isso, a CAIXA encerrou o trimestre mantendo sua
posição de liderança no mercado, com participação de 67,5% no setor de habitação.

O saldo da carteira de saneamento e infraestrutura alcançou R$ 78,9 bilhões em março, alta de 8,0% em 12 meses. Esse segmento continua a ser prioritário para a CAIXA por contribuir para o avanço no desenvolvimento econômico do País, gerando emprego e renda.

Já o crédito rural alcançou saldo de R$ 7,5 bilhões, crescendo 4,1% em doze meses e atingindo 3,0% de participação do mercado, com destaque para a modalidade disponível para PJ.

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A Caixa é uma das instituições mais importantes desse país, claro que não porque é um banco, mas porque é uma instituição de fomento ao desenvolvimento do país, sobretudo na parte da habitação popular (Foto: Divulgação)

Outros dados: captação e poupança

O saldo das captações da CAIXA chegou a R$ 989,2 bilhões no primeiro trimestre de 2017, com crescimento de 6,8 % em 12 meses, e em volume suficiente para cobrir 138,3% da carteira de crédito, ou seja, conseguir conceder crédito com um colchão para devedores.

A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 27,2% em
depósitos a prazo e 12,6% nos depósitos à vista, ou seja, um aumento no número de pessoas que estão poupando ou depositando para cobrir dívidas.

Após todos esses dados, só podemos dizer uma coisa: em 2017, a CAIXA lacrou geral e se tornou um banco mais sustentável sob o ponto de vista de suas finanças. Os programas sociais de habitação agradecem e agora podem voltar a crescer a todo o vapor! XD

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