Por Andrei Teixeira

Apesar de sua ocupação urbana ser recente (cerca de 75 anos), a região da Pampulha, em espacial toda a orla, possui diversos pontos que merecem destaque, seja para o turista que visita a cidade pela primeira vez seja para o morador mais antigo da capital mineira.

Idealizada pelo prefeito Juscelino Kubitschek, no início dos anos 1940, ganhou apoio do governo Vargas e contou com projetos de arquitetura de nomes que se tornaram destaque na segunda metade do século XX, como Oscar Niemeyer e Burle Marx.

Em certo momento de sua vida, Niemeyer contou que a Pampulha foi a primeira grande oportunidade de sua vida. Provavelmente, o arquiteto nem teria tido a possibilidade de participar da construção da nova capital duas décadas depois caso não tivesse a chance de mostrar seu trabalho a Vergas e JK e outro arquiteto teria estado por lá. Sabe-se lá os projetos da Pampulha teriam ficado do mesmo jeito e se JK teria sucesso na política do estado e do páis com outra concretização de seus sonhos.

O que visitar? Programas para dois ou três dias

A equipe do Claro e Criativo esteve em BH e destaca as visitas que atualmente constituem o conjunto do projeto urbanístico que se iniciaram nos anos 1940 e que atualmente concorre para se tornar patrimônio cultural pela UNESCO: o Conjunto Moderno da Pampulha.

– Orla: 15 quilômetros com espaços para caminhada, corrida e bicicleta;

– Museu Histórico da Inquisição;

– Casa do Baile: antigo restaurante e atual Espaço de exposições na beira do lago;

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Atualmente, a Casa do Baile abriga um espaço voltado para exposições e pertence ao município. Antigamente, já foi possessão privada, seja como restaurante, seja como casa de festas (Foto: Vinicius Martins)

– Iate Tênis Clube: clube de tênis, peteca e iate;

– Igreja São Francisco de Assis: pequena igreja + capela dedicada a um dos principais santos católicos;

– Casa Kubitschek: moradia desenhada por Niemeyer e que serviu de casa de campo por quase 10 anos ao ex-presidente;

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A casa a qual JK morou por quase dez anos está aberta para visitação. Nela, é possível ter experiências sensoriais dos mais diversos tipos e mergulhar nos anos 1950 (Foto: Andrei Teixeira)

– Mirantes da orla: em diversos pontos da orla, existem pontos especiais onde se pode avançar sobre o Lago da Pampulha e tirar boas fotos;

– Mineirão e Museu Brasileiro do Futebol: museu dentro do novo estádio construído para a posteridade + amplo pátio ao redor do estádio, onde se pode andar de bicicleta, skate ou patins, bem como alugar estes itens e outros tipos de pedais;

– Mineirinho: estádio de vôlei, conta com uma feira semanal aos domingos, bem como feiras e apresentações;

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O Mineirão pertence ao conjunto da Nova Pampulha e foi reformado não par a Copa, senão para a o futuro da sociedade belo horizontina e daqueles que visitam a cidade para passar um tempo livre com a família ou consigo mesmo (Foto: Andrei Teixeira)

– Parque Guanabara: parque de diversões com roda gigante, carrinho de bate-bate, torre, skate, casa de terror e muitas outras coisas por apenas R$ 2,00;

– Praça dos Esportes: área reservada para práticas esportivas ao ar livre;

– Parque Ecológico da Pampulha: gigantesca área verde entre as ruas da orla e o lago, abrigando também o Memorial Minas-Japão;

– Parque do Zoológico, do Jardim Botânico, do Jardim Japonês, do Aquário e do Borboletário: exceto segunda-feira, mas autoexplicativo, né!?

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