Por Vini Martins

O turismo é importante para qualquer país. Afinal ele é uma colmeia que beneficia inúmeras pessoas, seja você cliente ou empresário do ramo. Mas existe um segmento que o Brasil pouco explora, seja por seu preconceito ou por medo de abraçar causas e estilos de vida fora do contexto “comum” da sociedade: o turismo LGBTI+.

Somos uma parcela importante na economia e hoje muitos querem o nosso Pink Money, mas quem sabe trabalhar conosco? E como sabemos qual é a melhor empresa ou destino para conhecer e não sofrer com a LGBTfobia? Parar tentar responder essas perguntas, a cidade de São Paulo sediou o Experiência LGBTravel, evento que reuniu profissionais de turismo para debater sobre os avanços que devem ser feitos para atrair e não perder de vista o turista.

Confira o que disse Magda Nassar, presidente da Braztoa, sobre o Turista LGBTI+

A 1ª edição do Experiência LGBTravel foi realizado por uma grande parceira da editora Panrotas e da Braztoa, empresa que atua no mercado de turismo brasileiro. O evento contou com painéis sobre a importância do turista LGBTI+ e mostrou destinos e empresas que sabem trabalhar com a gente.

Argentina é LGBTI+

Em um dos painéis, a Argentina mostrou que sabem tratar gays, lésbicas, trans e bissexuais e intersexuais.

Na ocasião, a Argentina apresentou a campanha Amor e ponto. Que busca mostrar que não é preciso ter uma agenda específica para LGBTI+, mas sim agir com naturalidade e levar o turista homossexual para os mesmos lugares que heterossexuais.

“Não é necessário ter eventos ou regiões LGBTs, mas sim impulsionar aquilo que qualquer turista quer conhecer quando visita seu destino”, disse Pablo de Luca, presidente da Câmara de Comércio Gay Lésbica Argentina (CCGLAR), que participou do painel Conexão Travel.

No mesmo painel, Ricardo Gomes, presidente da Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil, afirmou que o Brasil avança no segmento e que conta com acordos do Ministério do Turismo e Embratur. “Hoje trabalhamos com acordos com o Ministério do Turismo e a Embratur e isso mostra que o turismo não é algo que depende de governos, ou seja, é sim um plano de Estado e não de quem senta na cadeira. O Brasil é o lugar da diversidade e devemos torna-lo bom para todos”.

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